Após dois intensos dias em Cartagena, aluguei um carro e segui de madrugada para Santa Marta, a primeira cidade fundada na Colômbia. Ela é conhecida pelas praias e pela Serra de Santa Marta, próxima à fronteira com a Venezuela. Assim que cheguei, telefonei para José, um médico anestesista nascido naquela cidade, radicado em Teresópolis (RJ) há oito anos. Um colombiano quase brasileiro. Nos conhecemos no vôo entre São Paulo e Bogotá e ele gentilmente me convidou para conhecer sua cidade. Ele me informou o telefone da casa de sua irmã, onde ficaria por uma semana.
A viagem foi quase tranqüila. A chuva não muito forte atrapalhou pouco. O que eu não esperava mesmo era um policial me parar na rodovia. Ele me olhou com cara de desconfiado, fez muitas perguntas, revistou bagagem e tentou achar alguma coisa para me complicar. Tive sorte, o cara acabou desistindo de encontrar algo errado e me liberou. A chegada em Santa Marta foi um pouco atrapalhada. Havia mais de uma entrada e eu cheguei a me perder, mas logo achei o caminho que me faria chegar ao centro.
Estacionei próximo à praia no centro da cidade e meu mais novo amigo colombiano foi me encontrar. Fomos a uma praia particular em companhia de sua irmã e de uma sobrinha adolescente. Passamos uma tarde maravilhosa, com direito a ver papagaio, tomar banho de piscina e de mar, deitar numa deliciosa rede sob agradáveis árvores, além de comer muito bem no restaurante também exclusivo do clube privado.
Fim de tarde, veio a despedida. Meu amigo colombiano, José, é uma das pessoas mais educadas, tranqüilas e polidas que tive o prazer de conhecer. Daquelas que estão sempre preocupadas com o bem estar de quem está ao seu redor, principalmente quando se trata de um convidado. Entrei no meu carro alugado e segui para Barranquilla. Estava chegando a hora de encontrar Cláudia.
A viagem foi quase tranqüila. A chuva não muito forte atrapalhou pouco. O que eu não esperava mesmo era um policial me parar na rodovia. Ele me olhou com cara de desconfiado, fez muitas perguntas, revistou bagagem e tentou achar alguma coisa para me complicar. Tive sorte, o cara acabou desistindo de encontrar algo errado e me liberou. A chegada em Santa Marta foi um pouco atrapalhada. Havia mais de uma entrada e eu cheguei a me perder, mas logo achei o caminho que me faria chegar ao centro.
Estacionei próximo à praia no centro da cidade e meu mais novo amigo colombiano foi me encontrar. Fomos a uma praia particular em companhia de sua irmã e de uma sobrinha adolescente. Passamos uma tarde maravilhosa, com direito a ver papagaio, tomar banho de piscina e de mar, deitar numa deliciosa rede sob agradáveis árvores, além de comer muito bem no restaurante também exclusivo do clube privado.
Fim de tarde, veio a despedida. Meu amigo colombiano, José, é uma das pessoas mais educadas, tranqüilas e polidas que tive o prazer de conhecer. Daquelas que estão sempre preocupadas com o bem estar de quem está ao seu redor, principalmente quando se trata de um convidado. Entrei no meu carro alugado e segui para Barranquilla. Estava chegando a hora de encontrar Cláudia.
